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Yasushi

O blog da Anabela Marcelino

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04
Nov15

Salmão Selvagem e os benefícios

Yasushi

Hoje em dia cada vez mais as pessoas procuram salmão selvagem, principalmente quando há alguém com algum disturbio alimentar.

Salmão preparado nos restaurantes e vendido nos supermercados é, na sua maioria, criado em viveiros alimentando-se e farinhas e dos seus próprios dejetos, são adicionados à ração carotenoides como a “astaxantina e a cantaxantina”, enquanto salmão selvagem – pescado de maneira natural - são diferentes do salmão cultivado em cativeiro, o melhor salmão selvagem vem do Alaska, está sempre congelado, para vir fresco de avião até Portugal tinha que de ficar muito caro.

O salmão de cativeiro é colorido artificialmente. A cor característica do salmão é reflexo do tipo de alimentação do peixe durante seu crescimento.  O salmão selvagem  alimenta-se principalmente de outros peixes, pequenos crustáceos e algas.

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(imagem Site Alaska) 

Salmão selvagem do Alaska é sustentável. A gestão dos recursos de pesca do Alaska adapta-se às circunstâncias de cada temporada piscatória e seu dia a dia, e os responsáveis por essa gestão podem permitir ou proibir a pesca em determinadas águas em função do comportamento dos salmões, do nível da água e de outras condicionantes. 

Existem 5 espécies de Salmão selvagem:
Salmão Real – King , Salmão vermelho – Sockeye, Salmão prateado – Coho, Salmão keta – Chum, Salmão Rosado – Pink. Para veres as diferenças entre as espécies podes consultar o link, http://alaskaseafood.pt/productos-del-mar-de-alaska/wild-salmon/salmon-salvaje/

 

Para comprar o salmão selvagem Real carrega aqui!

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(imagem site Alaska) 

O Alasca é o último baluarte do salmão selvagem e nas suas águas habitam as populações mais numerosas e saudáveis de salmão selvagem do planeta. A denominação Salmão Selvagem do Alasca agrupa cinco espécies que nascem nos rios cristalinos do Alasca e cuja vida adulta decorre nas águas do Oceano Pacífico Norte. Tal como os seus semelhantes do Atlântico, os salmões do Alasca são anádromos: nascem e vivem a primeira época da sua vida em água doce, depois deslocam-se para a água salgada e finalmente regressam ao rio onde nasceram para desovarem e morrerem logo a seguir.

Ao contrário do Oceano Atlântico, onde vive uma única espécie de salmão (o Salmo salar), no Pacífico Norte habitam seis espécies de salmão, cinco das quais se pescam no Alasca com fins comerciais. Pertencem ao género Oncorhynchus, um termo que associa duas palavras gregas: “onco”, que significa gancho ou mandíbula e “rhyno” que significa nariz. Os nomes científicos das cinco espécies de Salmão do Alasca foram atribuídos durante a exploração da Sibéria e encontram-se relacionados com os nomes comuns pelos quais estes peixes são conhecidos no idioma autóctone.

Valores nutricionais consulta aqui http://alaskaseafood.pt/nutricion/salud-y-nutricion/

 

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(imagem do site Alaska)

Podes fazer o salmão grelhado, Sushi e sashimi, salmão no forno, Ceviche de Salmão, entre outros.

Para mais receitas podes consultar o site www.yasushi.pt e http://alaskaseafood.pt/

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Ceviche de Salmão Selvagem com Ikura

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www.yasushi.pt
31
Mar15

Sabes o que é Salmão selvagem, de onde vem?

Yasushi

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O salmão nasce nos rios e lagos de água doce e só quando atinge a maturidade (pode levar de 2 a 5 anos), é que segue em direção ao mar. Anualmente chegam a fazer milhares de quilómetros, nadando contra as correntes para retornar aos rios onde nasceram, para desovar.

O salmão faz parte de um conjunto de peixes chamados de “peixes azuis”, considerado peixe gordo. O seu consumo é tido como muito benéfico para a saúde uma vez que contém imensas qualidades nutricionais, muito rico em ómega 3, que ajuda a combater o mau colesterol (LDL), anti-inflamatório, entre outras. Isso é verdade quando se consome o salmão selvagem. Infelizmente, muito raramente se encontra à venda.

O alto consumo criou moda e percebeu-se que poderia advir muito lucro nessa fatia de mercado. Surgiu então o salmão de cativeiro, que nada tem a ver com o salmão selvagem! O salmão selvagem apresenta uma carne cor-de-rosa, vive em liberdade no oceano e na época da reprodução sobe para os rios. Este é o verdadeiro salmão, raro, caro, colorido à base de uma dieta composta entre outras coisas de camarão e Krill.

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Mais da metade do consumo mundial de salmão, atualmente, tem como origem viveiros. Esta produção acaba com as propriedades / qualidades nutricionais: Ômega 3, vitaminas A, D, E e complexo B, Magnésio, Ferro.

Os peixes vendidos “aos quilos” e em promoção nos supermercados por preços acessíveis, geralmente, são provenientes da aquicultura. A quantidade de toxinas encontradas no salmão é enorme o que o torna muito prejudicial para a saúde. O problema intensifica-se quando se ingere sem cocção, isto é, cru.

O peixe de aquicultura, a cor alaranjada que apresenta advém de corantes que colocam na água e produtos que incrementam na alimentação. Quando as quantidades, desses aditivos/compostos, são elevadas podem causar problemas de saúde, como por exemplo, visão, alergias e com propriedades carcinogénicas. 100g de salmão produzido em cativeiro, equivale, em toxinas, a 1 ano a consumir produtos enlatados.

O aspeto do salmão de cativeiro, em nada se assemelha ao criado no seu ambiente natural. Alaska Sea Food.

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Antes de comprar este peixe deve ver a etiqueta/rótulo da embalagem, onde conste o País de origem e se é criado em cativeiro ou não.

O salmão selvagem para crescer leva entre 22 a 30 meses. Os de viveiro são criados em tanques rede (cercos de tela de nylon) com pouco espaço e regime de engorda intensiva. À ração misturam-se altas doses de antibióticos, fungicidas e vermicidas, para evitar doenças e o rendimento da produção.

 

 

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